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Intuição e Sexto sentido

Nesta nova era de Aquário, o ser humano precisa enxergar longe, saber ouvir, farejar liberdade, saborear a vida e ter
muito tato. 
Os cinco sentidos são fontes inesgotáveis de sensações prazerosas. E, ainda há o sexto sentido, que é considerado o sentido ideal, sendo o que diferencia uma pessoa da outra. Ele é misterioso por natureza e nos dá sinais concretos para que possamos fazer as melhores escolhas, mas isso só ocorre quando estamos conectados com nosso Eu Superior. 
A intuição, uma das principais portas da percepção, pode ser desenvolvida canalizando o manancial de energia que existe em cada pessoa. E para tanto ela precisa, antes de mais nada, purificar os canais que levam a essa fonte maravilhosa, desintoxicando as emoções e pensamentos que impedem de entrar em contato com essa sensibilidade, aguçando cada um dos órgãos dos sentidos.

As delícias da vida só podem ser celebradas quando as pessoas têm ao seu dispor, em perfeito funcionamento, os
cinco sentidos, pois além de ferramentas sensíveis realizam mais de uma função. Portanto, o “sal da vida” são as imagens, os sons, os aromas, os sabores e as texturas, ferramentas sensíveis e necessárias para o nosso viver. Por exemplo: as frutas são verdadeiros presentes divinos que encantam profundamente os sentidos. Seus sabores desafiam e surpreendem, passeiam entre os extremos da mais declarada doçura até a mais azeda, nos falando de prazeres diversos e de histórias mágicas que atravessam o tempo e o espaço. As flores, com as suas cores exuberantes e significativas, nas suas mais macias texturas, encerram imagens plenas de beleza, exalando em seus perfumes a natureza viva.

Inspiração e liberdade

O olfato é o único dos sentidos que tem conexão direta com o processamento de emoções e armazenamento de
memórias. Localizados na parte superior da cavidade nasal, os nervos olfativos detectam os odores do ar inspirado, nos informando a origem de cada coisa e está intimamente relacionado ao instinto de sobrevivência. Fechar os olhos é o primeiro passo para apura este sentido, e não é por acaso que ele é o órgão do faro, simbolizando o discernimento e a perspicácia. Em desequilíbrio, o olfato sofre fechamento e rigidez, afetado por medos e repressão. Em harmonia confere abertura, plenitude, coragem e espírito de aventura e liberdade. 

Luz auricular

É através da audição que se percebe os sons. O universo é recheado de sons, desde a mais sutil respiração até o
estrondo de um relâmpago, tudo vibra e tem ressonância sonora. Este sentido é tido como uma força divina podendo, em níveis mais sutis de percepção auditiva, reconhecer e ouvir a voz interior. Quando se desenvolve esta escuta, amplia-se o conhecimento, o bom-senso, a experiência e a intuição. Quando harmonizado traz autonomia e livre arbítrio para seguir o próprio caminho. As orelhas, em forma de concha, captam os sons e acionam um sofisticado mecanismo que envolve músculos, membranas e ossos minúsculos e supersensíveis, com freqüências mais altas e mais baixas. E por ironia da natureza, a melhor maneira de aguçar a audição é fazer silêncio para poder filtrar os ruídos internos e externos. Os ouvidos estão ligados ao simbolismo da inteligência cósmica e não se limitam apenas à qualidade de ouvir, mas também garantem o equilíbrio físico.

Em desequilíbrio a pessoa se torna irritável, propensa a fazer julgamentos e críticas, além dos casos de labirintite (inflamação das cavidades que ficam entre o tímpano e o canal auditivo interno), que tiram a pessoa do prumo.

Portais do conhecimento

Órgãos de percepção visual e símbolo da percepção intelectual, os olhos abrem caminhos para os outros sentidos e são considerados fonte de luz e portas do conhecimento. Por meio deles se tem a percepção da luz, que por sua vez dá vida a cores e formas, revelando sombras, contrastes e nuances. E através do fascínio pelas imagens é que foram desenvolvidos os instrumentos que reproduzem o mecanismo da visão, como as máquinas fotográficas, telescópios e microscópios, necessários para entender melhor o universo. De natureza solar, os olhos funcionam como receptores da luz (física e espiritual).
Localizados no chamado chakra frontal (olho de Shiva), entre as sobrancelhas, o terceiro olho tem uma dimensão especial, concentra e organiza, com muita sutileza, todas as informações dos órgãos dos sentidos. O olho representa atenção, cuidado e vigilância, e sugere sagacidade, agudeza de espírito e tem poder de penetração e perspicácia. Os olhos são chamados de espelhos da alma, revelam nossas intenções. Em harmonia ajudam a fortalecer a identidade própria e a construir a auto-imagem, além de despertarem no ser humano a atenção para a estética, beleza e harmonia. Em desequilíbrio leva à crítica excessiva, ao julgamento, à ironia, à depreciação, inveja e à tendência ao perfeccionismo.

Água na boca

A capacidade de distinguir sabores está intimamente ligada ao instinto de sobrevivência e às emoções primárias. O
paladar confere a capacidade de sentir o gosto através das papilas gustativas, que ficam na parte superior da língua, decodificando os sabores. O doce é associado a boas e aconchegantes lembranças. O salgado dá ânimo e força. O ácido,  remete à coragem. E o amargo corresponde aos sentimentos contidos e à tristeza. Os pratos mais refinados conseguem o equilíbrio perfeito desses quatro sabores, criando contrastes de temperatura, textura e tipos de alimento. Considerada o órgão do sabor e do discernimento, a língua simbolicamente representa o chicote, a navalha, a faca. Ela tem o poder de resolver, decidir, definir, destruir ou purificar.
E, sem dúvida, o paladar é uma importante fonte sensorial. 
Quando harmonizado permite o encontro da pessoa consigo mesmo, traz percepção do prazer que existe no momento presente. Ativar o paladar exige apenas atenção. Em desequilíbrio está ligado ao desalento e ao desinteresse pela vida.

À flor da pele

A pele, o maior órgão do corpo humano, é responsável pela sensibilidade tátil. O tato registra todas as sensações da pele, desde a temperatura (frio ou calor) até qualquer tipo de toque ou pressão, provocando satisfação ou dor. As mãos expressam intenções, acariciam, curam e confortam. O ato de tocar e ser tocado é fonte de sensações que remetem a valores como confiança ou aconchego, além de ativar milhares de células que entram em ação para informar se algo é quente ou frio, áspero ou macio, seco ou úmido. Em harmonia representa a habilidade de lidar com os outros, incluindo a diplomacia, o tino, a prudência e a delicadeza, além de desenvolver a cumplicidade, o carinho, a afeição, a amizade e o altruísmo. Em desequilíbrio, leva ao egoísmo e à solidão.

 
     
 
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